O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 28/10/2017
O Brasil possui um grande patrimônio histórico cultural, grande parte dele foi herdado desde a colonização, onde haviam diversidades de tribos espalhadas por todo o território nacional. Com efeito do descobrimento, as atividades econômicas tomaram os espaços indígenas, com isso, ameaçam a cultura nacional e geram conflitos por terra e violência no campo. Desse modo, deve-se valorizar a população indígena brasileira.
Sabe-se que no período colonial habitavam várias tribos indígenas no território brasileiro, onde eles produziam e sustentavam suas famílias. No entanto, com o surgimento de novas atividades econômicas e a modernização do campo, eles perderam grande parte de suas terras para os ricos fazendeiros e empresários, que querem inserir atividades de agronegócio, extrativismo, mineração e muito mais. Desse modo, muitas tribos são expulsas de suas terras e acabam morrendo, pois não têm condições de sobrevivência.
Outro problema que acontece no campo é a violência. Assim, muitas terras são invadidas para a prática de atividades econômicos e, com isso, os índios entram em guerra contra os invasores, para garantir o direito pela sua terra, contudo, muitos não conseguem sobreviver, pois são violentados e assassinados. Dessa forma, é preciso lutar pela paz e pelos direitos indígenas.
Portanto, o Brasil herdou a cultura indígena desde o seu descobrimento, porém, a perda de seu espaço ameaça a sua existência. Para mudar essa realidade, é preciso que o governo invista nos direitos dos índios, como a terra, segurança e qualidade de vida, e também verifique se eles são devidamente cumpridos, por meio de órgãos fiscalizadores da FUNAI, instalados em diversas regiões do Brasil, ainda é preciso fazer a divisão de suas terras corretamente, delimitando o espaço para prática e atividades econômicas e o espaço das tribos indígenas. Dessa maneira, todos os índios terão seus direitos garantidos e poderão recuperar a cultura nacional existente no Brasil desde o século XVI.