O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 30/01/2018
Logo que os portugueses chegaram ao Brasil no ano de 1.500, depararam-se com homens nus, apresentando comportamentos selvagens e linguagem desconhecida, como descreve a carta feita por Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral. Nesse sentido, convém discutirmos alguns dos fatores históricos e atuais relacionados ao crescimento da relação do povo indígena com a atualidade em nosso país nos últimos anos.
No entanto, está conexão que vem se alastrando entre o povo nativo e a sociedade atual, não é algo positivo. Segundo o livro Povos Indígenas no Brasil, algumas aldeias contrabandeavam armas, bebidas alcoólicas, ouro para a Colômbia, animais e até vendiam suas terras para as elites. Em síntese, isto é um fato alarmante, infelizmente, os índios estão ajudando no enfraquecimento da Amazônia, pois a alta sociedade utiliza as terras indígenas com o fito de garimpar estes locais. Sendo assim, isto ocasiona desmatamento de áreas para a preservação ambiental. Além disso, os bugras contribuem com a aceleração do processo de extinção dos animais nativos.
Contudo, outra carta entregue ao Rei de Portugal depois de alguns meses de descoberta oficial do Brasil, dizia que levariam ao seu país de origem recursos naturais, porém em troca os índios pediam roupas e utensílios brilhantes. Vale a pena ressaltar que existem quadros pintados por artistas famoso na qual representa a troca de favores entre os nativos e os portugueses. De tal forma, novamente, estes ambientes citados são semelhantes, visto que ambos trocam favores entre si, ou seja, o que aconteceu por volta de 500 anos atrás, repete- se atualmente.
De acordo com Machado de Assis, a vaidade é um princípio de corrupção. Referente a este pensamento, os índios estão cada vez mais se distanciando dos seus costumes culturais, pois deixam-se corromper - vendendo suas próprias e outros - para adquirirem bens matérias mais modernos. Entretanto, cabe ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Secretária dos Direitos Humanos (SDH) constituírem grupos de serviços militares ou policiais para fiscalizarem mensalmente as tribos indígenas, para que não haja contrabandeamento ou venda de suas áreas.