O livre porte de armas no Brasil deve ser permitido?
Enviada em 20/05/2019
Atualmente, tem-se cogitado bastante acerca da legalização do porte de armas no Brasil, vindo do PL 3722/2012, o qual acredita que dar ao cidadão o acesso ao armamento pessoal diminuirá os índices de violência do país. No entanto, a ideia não parece ser tão boa quando se põe em vista as reais causas do problema que são o descaso educacional e a falta de vigilância nas fronteiras. Sendo os índices inalterados com uma possível legalização armamentista.
Segundo o que foi dito em notícia publicada pela revista veja em 2017, a violência permanecerá intacta mesmo com o concebimento do armamento pessoal. O que ocorrerá é uma diferente distribuição nos subtipos, ou seja, os furtos e latrocínios diminuirão na medida que os homicídios, suicídios e violência doméstica aumentarão.
De acordo com o debate ocorrido no jornal Dialogo Brasil em 2017, o país não está atacando a causa pela sua essência, uma vez que a maior parte das armas não registradas são importadas ilegalmente. A polícia de soberania está sendo relegada e a vigilância mal feita.
Outro grande fator é a concentração de renda sem trabalho formal, o que causa o proletariado, uma classe com pouca expectativa de vida, a qual fica bastante vulnerável a criminalidade. A mesma criminalidade vinda das favelas influencia de maneira direta na violência, porém pouco tratada e colocada em segundo plano tendo em vista o porte de armas legalizado.
Partindo-se do que foi dito acima, é notório que o estado precisa tomar medidas interventivas para reverter a situação. É necessário que o problema da violência seja atacado de acordo com suas causas, ou seja, investindo em educação e segurança de fronteiras. Desse modo, seria investido em escolas em tempo integral que tirem o jovem das ruas, além também de mais policiamento de soberania, onde em cada fronteira teria uma equipe preparada para revistar os bens pessoais de cada viajante. Assim, os índices de violência diminuiriam e com o investimento educacional o Brasil subiria economicamente.