O livre porte de armas no Brasil deve ser permitido?
Enviada em 23/05/2019
No Brasil, assim como vários países do mundo, sofrem com a violência crescente. Seja por conta de sua imensidão territorial, ou pelas grandes desigualdades sociais, o Brasil, se encontra no topo da relação de países com maior número de homicídios ao ano. O que leva a concluir, que o Estatuto de desarmamento de 2004, não têm auxiliado para tornar o país menos violento. Com isso, várias questões a cerca da posse e porte de armas têm sido levantado pelo Congresso Nacional. Vale destacar, que todo cidadão em dia com suas obrigações perante a sociedade, deve ter o direito de se defender, porém, a posse deverá ser fiscalizada a fim de que, esteja em local seguro e o seu porte pelas ruas restringido.
Nas Grandes cidades brasileiras, as pessoas vivem sobre grande medo de assaltos, tanto na rua quanto em suas casas. A violência se faz crescente, assim como a desigualdade social e a concentração de renda. Além disso, o Estado não têm conseguido garantir a segurança dos trabalhadores, no entanto, esses não têm a permissão do uso de armas para a sua legítima defesa.
Além do mais, cresce o comércio ilegal de armas pelas fronteiras, tais que continuam sem a devida fiscalização. Hoje em dia, se tornou comum traficantes fazendo uso de armas altamente potentes. No entanto, isso ameaça a tranquilidade e a segurança das pessoas, que muitas vezes se limitam a frequentar espaços de lazer.
Como já dizia Paulo Freire: “sem educação a sociedade não muda”, logo, os investimentos do Governo na educação dos jovens deve sempre se fazer presente, além disso, maiores oportunidades de emprego, para que diminuía a desigualdade social. Além do mais, o Governo deve fiscalizar se o cidadão é apto a possuir armas, assim como sua necessidade e a obrigatoriedade de avaliações psicológicas e cursos para o seu manuseio. Por fim, a aprovação de leis mais rigorosas pelo Poder Judiciário, para a correta punição de armas que estão na ilegalidade e maior controle das fronteiras nacionais.