O livre porte de armas no Brasil deve ser permitido?
Enviada em 30/05/2019
Uma discussão que se faz bastante atual em nosso país é sobre o porte e posso de armas de fogo. Essa pauta passou a ter mais visibilidade durante e após as eleições presidências de 2018, onde um dos presidenciáveis Jair Bolsonaro que é atualmente o chefe de estado vigente, inflamou demasiadamente esse debate sobre ser bom ou não, o " cidadão de bem " conseguir exerce esse direito constitucional de forma mais flexível. Contudo muitas questões necessitam ser postas em pauta, antes de um veredito mal colocado sobre a real necessidade do armamento da população em geral.
Primeiramente, precisa-se analisar dados que possam corroborar com possíveis argumentos. Segundo matérias do site Abril, países considerados como as nações mais pacíficas do mundo, passaram por um processo de desarmamento da população , contudo há casos antagônicos como a Alemanha, que possui mais 30 armas de fogo por cem habitantes – e taxas baixíssimas de homicídios. E isso leva ao diagnostico de falacias ao se afirma que ou a liberdade ou mesmo a restrição de armas, leve a um aumento ou diminuição de crimes e violências. Entretanto é necessário a analise caso a caso antes de levar a uma conclusão definitiva. E o Brasil por possuir um grau patológico de desigualdades, de certo, os privilegiativos de uma arma para proteção e seus demais fins, de forma legal , seriam certamente elitizados. E isso leva logo a novas questões sobre a igualde entre sua população.
Outrossim, a dicotomia que essa discussão acarreta já é em si, uma amostra do que ela pode vim a ser, apesar de a seguração ser posta em pauta, ela só mostra a incompetência do Estado em exercer um de seus deveres fundamentais, e ainda leva a possíveis aumentos de violência domestica, mortes acidentais que são relativamente recorrente entre crianças e ainda a um aumento nas taxas de suicídio.
Mediante aos fatos expostos, mostra-se necessária uma reavaliação sobre os prós e contras acerca do posse de armas, onde é necessário estudar por meios sociólogos ou antropólogos os possíveis futuros cenários para uma situação de população armada. Discussões munidas de dados e estatísticos precisam ser levantadas, onde aqueles que são a favor devem entrar em dialogo dos que são contra, por meio de mesas redondas para que ambos os lados sejam postos em analise, e especialistas no assunto devem servi de mediador para enriquecer ainda mais a discussão e conduzi-la de forma adequada, e que plebiscitos sejam levantados para uma maior abrangência do assunto, onde todos devem de alguma forma, por sua opinião em jogo e também se faz necessária a divulgação da nata de tudo que foi discutido, para além de ter mais exposição, servi para dados futuros.