O livre porte de armas no Brasil deve ser permitido?
Enviada em 13/07/2019
Povo empoderado, povo livre
“Um povo livre precisa estar armado” - George Washington. Líderes que defendem o direito à liberdade, defesa da propriedade e manutenção da vida nunca negaram ao povo o porte de armas para proteção dos direitos fundamentais, acima de tudo, reconheciam o Estado como incapaz de proteger cada cidadão individualmente. Infelizmente, certas correntes sociais defendem que o armamento civil afetaria segurança pública ou que a terceirização da proteção aos direitos deva ser o suficiente.
Em primeiro lugar, sociólogos desarmamentistas, argumentam que o estatuto do desaramento interrompeu as estatística que “tendiam” a alta de quase 7% a cada ano. Porém, ao redor do mundo, sabe-se que é considerado um absurdo trabalhar segurança pública projecionismo. Como refutação, pode-se observar que com esta projeção linear infinita utilizada por tais especialistas, em 2023 já haveria cerca de 162 mil homicídios no ano e em 2090 a população brasileira já seria dizimada; com uma demanda de homicídios superior à população nacional.
Em segundo lugar, forças de segurança pública não são onipresentes, este entendimento é o que leva também estabelecimento a terem extintores mesmo existindo bombeiro. Logo, sabendo que é impossível haver presença policial em todos os lugares, a todos os momentos, a única barreira que pode deter um criminoso é o cidadão armado. Um cidadão armado protege a si mesmo, sua família, e as pessoas à sua volta.
Depreende-se, portanto, que o estatuto do desarmamento seja revogado e que os governos estaduais possam garantir acesso aos livre porte de arma mediante a requisitos mínimos como aprovação num teste técnico, psicológico e não ter ficha criminal. Dessa maneira, o livre porte de armas poderá ser permitido no Brasil e garantirá a manutenção de um Estado livre