O livre porte de armas no Brasil deve ser permitido?

Enviada em 17/07/2019

O porte de armas, cuja permissão será argumentada neste texto objetivo, é definido como o direito do livre transporte de armas sob cuidados de cidadãos comuns brasileiros que apresentem capacidades, tais como: psicológico equilibrado, não ocorrência de antecedentes criminais e treinamento suficiente para o uso de determinados objetos bélicos. Com referida tese explicitada, infere-se, defesa da acessibilidade comum do armamento por parte apenas de pessoas capacitadas.

Por conseguinte, se a permissão da facilidade do porte de armas com pessoas capacitadas for realizada, a nação brasileira conhecerá a liberdade de fato e a concretização do humanismo individual, no qual prega a liberdade do sujeito, garantida constitucionalmente no artigo 5 do Estado brasileiro. Da mesma maneira, a própria lei proíbe o uso de porte de armas, logo, conclui-se a hipocrisia da regra que está em vigência no contexto nacional.

Concomitantemente, nota-se um acentuado crescimento no índice de homicídios na sociedade brasileira, em decorrência da proibição do porte de armas pelo estatuto do desarmamento, que proíbe a distribuição facilitada de armas para civis, no qual é responsabilizado pelo aumento de até 100%, no período decorrido entre 2003 a 2017, segundo o atlas da violência, no referido setor.

Inseridos nesse contexto, determina-se a intervenção nos meios políticos e sociais, baseadas nos ideais de pessoas como Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos, no qual enunciava: “Nenhum homem livre deve ser privado do uso de armas”. Logo, para diminuir o caos criminoso do contexto nacional, eliminar a hipocrisia constituinte e desconcentrar o poder, deduz-se que os cidadãos capacitados conheçam a verdadeira liberdade, e que por conseguinte, sejam libertos e assegurados pelo bem-estar proporcionado pela autonomia de segurança do livre porte de armas.