O livre porte de armas no Brasil deve ser permitido?
Enviada em 04/09/2019
Na antiguidade a arte de praticar a retórica, dialogar era uma forma de demonstrar força e segurança. Depois o homem mais forte era aquele que tinha mais disposição física, habilidades, entre outros. Passou-se o tempo foram inventadas as tecnologias como o arco e flecha, espadas até a mais recente, a arma de fogo. Logo, é evidente que, na contemporaneidade, portar um instrumento que fere e causa medo dá mais prestígio e “segurança”.
Primeiramente, é preciso lembrar que a proposta do armamento vem com a fala de proteção, sendo ela nem sempre cumprida. É possível observar que a cultura de armas varia de país para país. Nos EUA o porte de arma é tratado como algo natural em alguns estados podendo até ajudar na autoconfiança. Já no Brasil, um lugar em que crianças têm acesso ao objeto, esta cultura não ajudaria e não ajuda para manter-nos seguros. Como exemplo o filme Cidade de Deus o qual jovens portam armas com naturalidade, sem responsabilidade e dimensão do estrago que poderia ser causado.
Outro fator importante é, que portar um objeto com um poder destrutivo muito grande requer assumir cuidados extremos. Por um tempo foi comum ouvir notícias sobre acidentes domésticos causados por menores com arma de fogo. Hoje uma das maiores preocupações se dá não pelo uso contra a própria vida. Principalmente com jovens onde estes recorrentemente vem retirando suas vidas. Como mostrado na série 13 Reasons Why em que um dos personagens se dá um tiro com a arma do pai. Sendo assim, é preciso muita responsabilidade para portar uma arma. Logo cabe ao ministério de segurança, a polícia federal, militar e civil aumentar as fiscalizações e penas sob quem porta sem autorização e regularização. Para quem tem o objeto aumentar a frequência de exames psicológicos. Para que assim tenha o uso mais consciente e seguro deste modo não pondo outra pessoa em risco e futuramente para que não seja preciso o seu uso.