O livre porte de armas no Brasil deve ser permitido?

Enviada em 14/05/2021

Em 2019, na Nova Zelândia, ocorreu um ataque a uma mesquita onde morreu 51 mortes e foi realizada por um jovem de 29 anos, mesmo no país tendo um acesso fácil às armas não foi o suficiente para amenizar a magnitude desse incidente. Analogamente a esse contexto, o livre porte de armas no Brasil não seria garantia de diminuição de criminalidade ou homicídios, visto que mesmo o acesso sendo restrito os números de assassatos por armas de fogo têm crescido. Diante disso, dois pontos importantes a essa temática é que se houvesse a liberação haveria um maior controle das armas que circulam no país, mas também poderia abrir brechas para uma falta de autocontrole.

Em certo, após o Estatuto do Desarmamento os números de armas legais no país diminuiu, mas divergente a esse dado o número de crimes com armas não produzidas passa de 90%, segundo estatísticas do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, evidenciando que a retirada desses armamentos não é garantia de redução de criminalidade. Nesse prisma, a liberação do porte de arma nas terras tupiniquins ajudaria a ter um melhor gerenciamento de gerenciamento que circulam e também um melhor rastreamento nos envolvimentos nos crimes, em conjunto deve ser bem mais rígido o monitoramento na aquisição desse artefato, com uma maior fiscalização das fronteiras do país.            Outrossim, o porte de arma deve ser algo muito criterioso na sua liberação, por mais que hoje se tiver uma certa dificuldade na obtenção desse direito, deve-se elevar as avaliações para isso, tal quais como dos profissionais da segurança que se submetem a diversos teste psicológicos, treinamento e treinamento para uma maior perícia no seu uso. Dessa forma, diminuindo os riscos de utilização indevida, pois o fato de porta uma arma de fogo na sua grande maioria pode passar a sensação de segurança e poder, mas que pode acabar agravando certas circunstâncias, por casos casos de violências domésticas, pois, o sentimento de superioridade na sua grande parte torna-se presente elevado às taxas de crimes.

Dessarte, é notório que a liberação do porte de arma é uma temática que deve ser estudada, pesquisada e consultada à população. Por tanto, cabe ao Estado, desenvolver políticas públicas, por meio do Ministério da Segurança conjunto das suas secretarias e autarquias, nas quais realizem novos plebiscitos, quais realizam novos plebiscitos, como anunciadas abertas com intuito de estabelecer regras e condutas para liberação da livre circulação de armamentos, de modo a diminuir os índices de criminalidade. Ademais, instituições de ensino em parceria com a mídia, devem elaborar programas e trabalhos, nos quais elenquem as vantagens e desvantagem de ser ter uma armas e todos risco comum, com o fito de desperta um melhor panorama e conscientização.