O livre porte de armas no Brasil deve ser permitido?

Enviada em 19/09/2022

O sociólogo Émile Durkheim define anomia como um mal presente na sociedade causada pela ausência de regras jurídicas e morais, ou seja, a falta da norma. No Brasil, percebe-se uma anomia em relação ao armamento civil e militar. A problemática tem seu início na falta de irresponsabilidade dos cidadãos e a não existência da ética.

No contexto, depreende-se, que a população não serve para portar armas de fogo. Segundo Arthur Shopenhauer, a vontade move o ser humano, sendo dependente desta. Seguindo essa linha de pensamento, alguns cidadãos espõem sua vontade de maneira a não pensar em suas consequências, o que concorda com a teoria de Shopenhauer. Conforme uma notícia do G1 Goiás, um policial atirou em um aniversariante com festa de temática política, isso mostra a fragilidade do psicológico humano; despercebido pelas leis regulamentadoras do porte de arma.

Outrossim, a ética não é sempre aplicada corretamente. Segundo a etapa “Estética” de Kierkgaard, o ser humano se apresenta individualista. De maneira análoga, por motivos pessoais ou confrontos, o portador da arma poderia atirar em uma pessoa inocente, por conseguinte, seria um acidente fatal que poderia ser evitado pela dialética - meio utilizado na comunicação.

Infere-se, portanto, que haja uma solução para o problema, Cabe ao Ministério de Segurança Institucional discrepar com o armamento civil e deixar as forças armadas realizarem o seu devido trabalho, assim o Planalto Central chegará a um acordo das desvantagens do porte de arma civil no meio urbano. Deste modo, haverá menos uma anomia no país emergente Brasil, a procura de um futuro seguro.