O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 17/09/2019

No filme internacional “Wall-e”, ele se tornando o último robô deixado na terra- sua principal função é limpar o planeta que se encontra completamente cheia de lixo e resíduos tóxicos. Embora, seja uma obra ficcional, a produção cinematográfica apresenta características que se assemelham ao contexto atual. Essa influência ocorre graças a sociedade do consumo e a falta de cultura educacional.

Primeiramente, é necessário abordar sobre o contexto de sociedade do consumo. Durante a chamada Revolução Industrial, a comunidade ao redor do mundo passou a comprar e desperdiçar com mais frequência, afetando gravemente o meio ambiente, por sua vez, aumentando os depósitos de lixo. Ademais, existe uma lei conhecida como Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que propõe o aumento da reciclagem reutilizando sedimentos descartados, porém infelizmente não é devidamente focado pelas organizações sociais.

Além disso, é importante destacar a questão da cultura educacional do país. Primordialmente, aos redores das grandes cidades é comum encontrar pilhas de lixo, analisando que é um hábito rotineiro na vida de diversos brasileiros. Ademais, no ano de 2019 um mutirão de pessoas acolheu a causa chamada “Bloco Limpeza - Carnaval sem sujeira”, evitando assim, que nas festas ao redor da nação tivesse nível alarmante de impurezas, é despertando por fim um sentimento de agrado aos cidadães.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Assim, como no filme da produtora Disney o robô consegue provar que a terra pode ser habitada novamente, é necessário dar o devido foco. Desse modo, é dever do Estado, em conjunto com ONG’S, como Greenpeace, ensinar um desenvolvimento mais sustentável, por meio de panfletos, revistas e palestras abordando sobre as graves consequências do lixo, instruindo caminhos para uma possível mudança, com efeito de diminuir a quantidade de entulho no país, evitando assim uma problemática futura.