O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 28/08/2019

A partir da Revolução Industrial com a aceleração da produção no Brasil e a diversidade de produtos ofertados, intensificou-se o Capitalismo como resultado, logo o consumismo se iniciou. Nesse sentido, tal fenômeno leva a destruição dos próprios consumidores, pois as escolhas por excessos inconscientemente ocasiona a produção na mesma intensidade de lixo que ocasiona degradação da humanidade, ou seja, do meio ambiente.

Em primeiro lugar, é relevante ressaltar a cultura de um país de querer estar sempre na “moda”. Posto que as pessoas consomem além de suas necessidades para acompanhar os padrões impostos principalmente pela mídia, em razão de uma comunidade obcecada em obter poder de aquisição. Nesse viés, se consolida o capitalismo - busca incensante por lucros - juntamente com as propagandas que proporcionam a compra através do crédito, na qual facilita aderimento do consumismo por todas as classes sociais. No entanto, a compra exacerbada de produtos resulta a produção em massa de lixos.

Ademais, são inúmeras as consequências dos despejos demasiadamente, como a poluição. Com efeito, o aumento de lixões - que deveriam ter sido erradicados desde de 2014 segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), entretanto até agora mantém-se em funcionamento - resulta na degradação da vida na terra, pois, o efeito estufa é atingindo pelos poluentes e consequentemente aumenta o aquecimento do planeta. Por isso, essa elevação de temperatura pode provocar desastres irreversíveis pela ação do homem que não possui senso crítico nem consegue controlar seus impulsos de compra.

Diante do exposto, é necessário que o consumo seja reduzido, para assim o lixo alcançar o mesmo resultado. Portanto, o Ministério do Meio Ambiente deve promover reeducação de uma população consumista visando a preservação da vida na humanidade, por meio de projetos desenvolvidos nas instituições de ensino, onde se forma o senso crítico do cidadão, com vista para os impactos do consumo inconsciente. Dessa maneira, a sociedade refletirá sobre o assunto logo reduzirá o consumo e tomará como princípio o que diz o Relatório Brundtland: atender as necessidades presentes sem comprometer a das futuras gerações.