O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 27/08/2019

A questão do consumo no Brasil tem origem na Revolução Industrial, época que possibilitou a produção em massa de bens de consumo e, ainda, em uma oferta de preços mais pontuais às classes menos abastadas. As condições propiciaram o aumento do consumo em todo o mundo, gerando como uma das principais causas a produção excessiva de resíduos sólidos. Por sua vez, suas amálgras não estão mais adequadas, acarretando sepulturas ao meio ambiente. Dentre os principais efeitos gerados pela presença do lixo estão a contaminação do solo e os ecossistemas aquáticos, além da incidência de doenças. Esse edifício torna-se mais evidenciado nos centros urbanos, onde o consumo é um tanto elevado e por trás uma produção de lixo também. Apesar de ter havido uma recolha de resíduos sólidos, estes por sua vez, costumam ser levados a áreas inadequadas, como é o caso dos “lixões” ou para os aterros sanitários que não são submetidos a um regime de protecção de riscos ambientais. Todos os malefícios gerados pelo lixo têm sua causa não consumismo inconsciente. Segundo uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apenas 28% dos brasileiros são de fato conscientes. A partir daí, a maioria das compras não é uma compra na hora de comprar. Essa realidade pode ser reflexo das idéias constantes veiculadas nos meios de comunicação sobre a artificial de consumo. Portanto, as medidas são necessárias para mudar este cenário. É importante que prefeituras criem pontos estratégicos de coleta de resíduos e centros de reciclagem. Além disso, o Ministério da Educação deve desenvolver as escolas e os projetos nacionais de educação e de palestras para crianças e jovens com grande importância para a sociedade e para o planeta. Pois, como disse o filósofo Immanuel Kant: “O homem é aquilo que faz uma educação dele”.