O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 28/08/2019
De acordo com o novo relatório da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), a geração lixo no Brasil avançou cinco vezes mais em relação ao crescimento populacional de 2010 a 2014. Contudo, 38% dos brasileiros continuam sem acesso a serviços de tratamento e destinação adequada de resíduos.
O Brasil se tornou o quarto maior gerador de resíduos sólidos no mundo, mesmo com toda a crise econômica impactando sobre o poder de compra da população. Logo, os resíduos, estão cada vez mais sendo destinados a lugares inadequados, visto que a Abrelpe revelou que 60% das cidades brasileiras ainda destinam seu lixo para lixões ou para os aterros controlados.
Para Carlos silva Filho, diretor da Abrelpe, a estagnação se deve à falta de recursos dos municípios para o serviço e à falta de adesão da população. Ou seja, ele defende que não há incentivos à separação de recicláveis em casa. Apesar das pessoas saberem que é muito imprtante a separação dos lixos, não colocam a mesma em prática.
Em resumo, é necessário que haja melhores condições para o descarte dos lixos de forma correta. Não só a estrutura tem que ser melhorada mas a justiça fiscal também poderia colocar uma quantidade limite por pessoa e se caso passar a mesma mensalmente ou anualmente, é gerado uma taxa, assim as pessoas farão um consumo mais consciente e ajudando a descartar os lixos de uma forma adequada.