O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 29/08/2019
O lixo é um dos principais agentes mais graves no âmbito ambiental dos últimos tempos, pela existência de uma sociedade que acumula um volume excessivo e vem aumentando progressivamente, principalmente nos centros urbanos. Assim, o Brasil, nos anos 50, gerou um elevado crescimento industrial e consequentemente o consumo progrediu. Dessa forma, quando se trata da sociedade brasileira e o lixo são considerados divergentes, por a população atingir quantidades impressionantes de sacos, como os 14 milhões de quilos coletados diariamente na cidade de São Paulo, segundo o Instituto GEA.
Por um lado, a sociedade tem se adequado no sistema de consumo em que o produto passa a ser descartado rapidamente, em que há aceleração da geração e o crescimento do lixo. Logo, os lixões estão se esgotando cada vez mais, visto que acaba com o solo, pela entrada de chorume nos lenções freáticos e criando bactéria que causam doenças, principalmente para aqueles que trabalham nesses locais.
Por conseguinte, a gordura do lixo em si não só tramitem doenças, mas pode provocar acidentes ou servir de abrigo e alimento para vetores que causam doenças. De modo que catadores, carrinheiros e trabalhadores de seleção de material reciclável, como exemplo, são os principais vulneráveis por trabalhar diretamente com a coleta e destinação do resíduo.
Por tanto, medidas são necessárias para a redução excessiva do lixo na sociedade no Brasil. O Ministério do Meio Ambiente deve expandir pontos de entrega voluntária para o recolhimento de recicláveis porta a porta, como é comum nos países europeus. Além disso, junto com ONGs ambientais, devem criar campanhas estimulando a população conserte e reutilize seus produtos.