O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 03/09/2019

Ao longo das décadas a população brasileira têm se preocupado muito como desenvolvimento industrial e modernização deixando de lado um assunto muito importante: o final desses produtos da indústria e o que eles se tornam depois de descartados das casas. O lixo não desaparece quando sai da calçada das casas, este muitas vezes é descartado em lixões a céu aberto e abandonados, gerando muitos problemas desde doenças até problemas logísticos.

Quando a população vê que o lixo já saiu de visão tende a achar que o problema acabou, mas é ai que o ele começa. Muitas cidades usam os lixões como forma de descarte dos resíduos sólidos, porém, no século 21 estes lixões começaram a causar problemas tanto logísticos quanto ambientais para o país. Este método libera 6 milhões de toneladas de gás de efeito estufa ao ano (segundo o Departamento de Economia do Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb), além de inviabilizar o uso futuro das terras em foram feitos os lixões e contaminar lençóis freáticos.

O Ministério do Meio Ambiente tem uma agenda ambiental urbana a cumprir e uma das pautas é o descarte de resíduos sólidos, ademais as empresas privadas também têm o papel de promover novas políticas que despertem atitudes mais sustentáveis na vida dos brasileiros. Um exemplo dessa política mais sustentável é a Nespresso que realiza o programa de coleta em 100 pontos do Brasil e reciclagem das cápsulas.

Assim sendo é importante, acima de tudo, que o ministério do meio ambiente dê continuidade com o “programa Lixão Zero” e promova campanhas de conscientização da coleta seletiva, pois a população brasileira não tem conhecimento completo sobre como deve ser feita a separação dos resíduos em casa e como isso impactaria no meio ambiente. Também é importante salientar que o processo de erradicação dos lixões se tornaria mais fácil se as industrias se preocupassem com a reciclagem do resíduo final de seus produtos, isso aconteceria través de leis propostas pelo Ministério do Meio Ambiente.