O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 15/10/2019
Na obra “Utopia” ,do escritor inglês Thomas More é retrata uma sociedade ideal, livre de conflitos que configurem seu progresso. Fora da literatura ,entretanto, a sociedade brasileira caracteriza-se pela presença determinante de entraves sociais e ambientais, ligadas -sobretudo-, a produção exacerbada de lixo e sua má dispersão .Quanto isso , e levando em conta a série de problemáticas que englobam esse fator, torna-se fundamental a discussão desse aspecto, a fim do pleno desenvolvimento da sociedade.
Precipuamente, é fulcral afirmar que, desde a mecanização da produção, o incetivo ao consumo tornou-se fundamental para a manutenção da sociedade capitalista. Com isso, o hedonismo antrópico passou a ser comumente associado a compra e obtenção de bens, o que, apesar de alavancar a economia mundial,também potencializou a produção de lixo e resíduos sólidos. Por esse motivo, o Brasil é hoje ,o quarto país com maior produção de lixo,segundo dados fornecidos pelo G1.
Aliado a isso, é valido ressaltar que a dispersão inadequada de resíduos -como por exemplo os lixões clandestinos a céu aberto-,derivam substancialmente, da baixa atuação dos setores governamentais ,no que concerne a criação de mecanismos que coíbam ou reduzam tais recorrências. Esse cenário, corrobora para maximização dos impactos ambientais,uma vez que resulta em sérias consequências referentes a contaminação do meio, comprometendo ,dessa forma,a sustentabilidade e a saúde do país.
Destarte, conforme o sociólogo Émile Durkheim ,a sociedade pode ser comparada a um “corpo biológico”,por ser, assim como esse, dotado de partes que interagem entre si. Dessa maneira, a interação do Governo Federal ,somado ainda ao Ministério da Educação(MEC),devem adicionar a grade curricular das escolas uma nova disciplina que aborde questões referentes à sustentabilidade e à coleta seletiva do lixo, afim de desde a terna,entendermos o essencial ,para o pleno progresso da sociedade.