O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 21/10/2019
É inegável que alguns dos problemas vivenciados no Brasil está relacionado ao consumo compulsivo de produtos industrializados com pouca duração de vida útil, na maioria dos casos produtos eletrônicos. Tal fato, tem contribuído para o descarte desordenado de lixos.
Compreende-se que, o consumo irracional para satisfazer a necessidade que é imposta pelas campanhas publicitárias que insistentemente diz que o celular que você dispõe já não atende mais a suas necessidades, pois há um novo novo lançamento da Apple com software e um sistema operacional incrível é o que seduz o consumidor (“Como um peixe indo direito fisgar a isca”) a comprar um produto novo sem se questionar se ele realmente precisa do que está sendo apresentado.
Além dos eletrônicos, as pessoas são seduzidas pelas tendências de moda, comida, carros e afins. Dessa forma, a questão que fica é o que fazer com aquele produto antigo que perdeu a serventia com a chegada do produto novo adquirido? Na maioria dos casos o descarte é feito de forma inconsciente na própria lixeira de casa. Não há uma preocupação para a separação dos lixo de acordo com o tipo de resíduo. A intenção é simplesmente de se livrar do incômodo na casa: o lixo.
A não preocupação com o descarte correto, tem reflexo no meio ambiente e na saúde.O lixo eletrônico, por exemplo, seja ele formado por equipamentos de todos os tamanhos, inclui substâncias químicas perigosas, como o chumbo, o cádmio, berílio e mercúrio. Quando essas peças são descartadas da mesma forma que o lixo comum, estes materiais perigosos podem poluir o ar, além de contaminar o solo e a água.
Mediante aos fatos apresentados anteriormente a dica é: reduzir, reutilizar e reciclar! Antes de cobrar qualquer coisa questione se a necessidade é legitima. Faça doação dos eletrônicos que você não usa mais para que possam ser reutilizados. E antes de descartar qualquer eletrônico, verifique se não há alguma peça que possa ser reciclado.