O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 30/10/2019

Segundo Bauman, defensor da teoria “modernidade liquida”, a falta de solidez nas relações sociais, política e econômicas são influências das característica presente do século em que a sociedade esta inserida. Atualmente, a medida que o pais se torna atingido pelo tecido social em relação aos maus hábitos que corroboram para o enfraquecimento da nação. O conceito fluente, valida-se de forma análoga ao empecilho do consumismo proeminente atual. Do qual destacasse a displicência governamental, assim como desconhecimento social, como promotores da perpetuação desse quadro danoso. Diante disso, torna-se fulcral a discussão desses aspectos, alfim da plena função social.

Nesse contexto, é crucial pontuar que os impasses externados, no ecossistema, refere-se da baixa atuação dos setores estatais. Durante o seculo XX, a constituição federal, formulou a política ambiental, dividindo entre o governo e a sociedade a responsabilidade pela sua preservação. Devido à falta de atuação da sociedade, resultam na má infraestrutura e gestão sobre as demandas impostas para a proteção do meio ambiente. Desse modo, o ecossistema é posto à margem do descaso e precisa conviver com condições que ferem a sua integridade, como o excesso de assoreamento e queimadas. Por indução, de acordo com relatórios feitos em 2016 pela instituição epidemiológica brasileira, mais de 90% do corpo social é atingido, ocasionando ao surgimento de doenças. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura governamental.

Ademais, é essencial ressaltar a insciência do tecido social como promotor do problema. Segundo o pensamento ratzeliano, o homem é fruto do meio em que esta inserido. Seguindo esse pressuposto, o consumismo descontrolado, sem viés ambiental, contribui para a perpetuação desse quadro danoso. O que acarreta, a médio e longo prazo, de acordo com relatórios adquiridos promulgados em 2014 pelo órgão de observação socioambiental, em 95% dos casos, em inundações, infestações de roedores, poluição do ar e retorno de doenças erradicadas. contribuindo assim, para esse panorama deletério.

Urge, portanto, que os maus hábitos, na sociedade, além da falta governamental deixem de ser realidade. Cabe ao ministro da educação e cultura implementar, em parcerias com emissoras de televisão, palestras municipais, em todo o Brasil, incluindo territórios de difícil acesso, conteúdos variados sobre o meio ambiente de forma análoga ao tratamento e prevenção de tal, com o intuito de elucidar a população á gravidade da prática descontrolada de consumo para o planeta. Além disso, é preciso a preparação estatal para a criação de uma plataforma online para a sociedade, em que objetificará informações sobre a localidade e o tempo que o lixo persiste, assim, teria uma ordem de grandeza e, com isso, a coleta seletiva seria inovada e conseguinte mais produtiva