O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 01/11/2019
Na animação “Wall-E”, um robô vive em um planeta que está totalmente destruído devida a ação humana. Ao longo da trama, é mostrado que o acúmulo de resíduos a céu aberto devido ao intenso consumismo pela população, fato que o Brasil não possui um descarte apropriado para o lixo e, devido a isso, resta discutir os efeitos de tal problemática, bem como engendrar formas de solucionar a poluição no meio social.
Em primeiro plano, é clarividente que a demanda pelo consumo aumentou nos últimos anos. Em 1760, com a Revolução Industrial, a sociedade já entrava em um polo consumista e, com todo esse aparato tecnológico atual, os índices de produção aumentaram. Entretanto, o gerenciamento público de lixo não conseguiu acompanhar esse crescimento, uma vez que a população fica sujeita a acumular os resíduos em locais expostos, os lixões ou aterros sanitários.
Deve-se observar, ainda, que segundo o médium Chico Xavier, um ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja. Nessa perspectiva, é fato que o descarte é a etapa mais importante do processo residual, uma vez que, se mal desvencilhado, pode vir a causar problemas sociais como a infecção do solo e o assolamento de dejetos nas cidades.
Portanto, afim de melhorar a coleta de lixo e diminuir os índices de poluição acerca do meio ambiente, faz-se necessário adesão de medidas. Primeiramente, cabe ao Ministério do Meio Ambiente implementar campanhas que mostrem aos cidadãos, o que o consumismo desenfreado pode causar ao meio social. Por fim, o poder público intensifique os centros de coleta e descarte do lixo, pois, o mesmo sujeito ao céu aberto, causa danos prejudiciais ao planeta. Somente assim, o mundo poderá vir a melhorar.