O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 31/05/2020
No Brasil, o advento da revolução industrial que teve início no século XIX fez com que o país substituísse as manufaturas por indústrias, trazendo uma grande mudança no estilo de vida das pessoas, como a velocidade de produção de utensílios, dessa forma aumentando o ritmo de rotina da população velozmente. Se deve o fato, pelo descarte desorganizado de lixo e o consumismo desenfreado de produtos industrializados.
Inicialmente, é viável destacar a falta de competência no descarte de resíduos por meio de fábricas. Isso pode ser confirmado, pelos dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) na qual fala: “78,3 milhões de toneladas de resíduos são gerados anualmente no país. Deste montante 71,3 milhões de toneladas foram coletados.” Ou seja, aproximadamente 7 milhões de detritos.
Outrossim, a situação tende a se agravar pela alta produtividade de embalagens para objetos industrializados por conta do alto consumismo social, além disso, ocasionalmente esses produtos não são necessários é se tornam antiquados por conta do fenômeno chamado de “obsolescência programada”, na qual o mercado envia produtos cada vez mais sofisticados afim de estingar a compra compulsiva.
Se faz necessário que, com ajuda do poder legislativo que é responsável por executar leis promulgue a informações sobre a lei “O descarte inadequado de lixo é proibido no Brasil desde 1954, pela Lei 2.312 de 3 de setembro”, afim de conscientizar a população sobre a já existente para que estes compreendam seus direitos e deveres, com intuito de que ocorra a amenização do descarte inadequado de lixo.