O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 02/06/2020
Desde o governo de Getúlio Vargas, as possibilidades de trabalho e os salários aumentaram, como efeito, ocorreu um aumento no consumo. Contudo, acompanhando esse gastos agravado não se formou um hábito de reciclagem correta para o lixo feito, para que o meio ambiente não seja afetado, o que é um problema. Sendo assim, nota-se que existem fatores que agravam essa situação, como o consumismo desenfreado dos brasileiros, que pode influenciar na grande produção de lixos, onde são descartados em locais incorretos.
A princípio, segundo o G1 pesquisa mostra que 76% da população não praticam consumo consciente no Brasil. Em pouco tempo estavam se questionando sobre o sistema econômico de pós-guerra, que estimulou a aquisição de ação de coisas para facilitar a vida. Com isso, 37% dos entrevistados não se sentem seguros para mudar seus hábitos porque, no fim das contas, não veem preocupação nem nas empresas, nem nos governos.
Em segunda análise, a revista galileu fez um estudo onde 53% dos resíduos são descartados de maneira inadequada em lixões de céu aberto, o Brasil ainda enfrenta muitas dificuldades para descartar seu lixo de maneira adequada. Ademais, uma das justificativas pela dificuldade de implantar uma política concreta de descarte adequado do lixo seria o financiamento. Contudo, se há dificuldade para o descarte adequado do lixo em locais que nãos sejam a céu aberto, os passos para reciclagem é ainda mais lento, com apenas 3,7% de aproveitamento.
Dessa forma, diminuir o volume de lixo é um hábito cada vez mais imediado e o método começa com as escolhas da população, “por outro lado, se cada cidadã fizer sua parte, pode melhorar e a natureza ficará menos sobrecarregada”, disse o secretário municipal do meio ambiente, Renato Lima. Portanto, a população pode evitar o desperdício de alimentos, ampliar o apoio governamental ás cooperativas de reciclagem e priorizar o encerramento das atividades nos lixões céu aberto.