O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 02/06/2020
Em outubro de 2017, segundo uma pesquisa realizada pelo jornal folha, a quantidade de lixo tecnológico no Brasil aumentou 15% em relação ao ano anterior, mesmo com o inúmeras campanhas de conscientização. Nesse contexto relativo ao lixo tecnológico, o atual comportamento da sociedade levando em consideração a evolução dos aparelhos eletrônicos, propõem uma mudança negativa na comunidade, inspirando ao consumismo excessivo e a produção de lixo exagerado, sem local de despejo. Sob esse viés, é necessário uma intervenção do governo para um local de fácil localização de depósito dos resíduos, uma coleta seletiva mais eficiente e leis rigorosas.
No que concerne ao lixo tecnológico, o aumento da inovação nos aparelhos tecnológicos, impõe uma mudança no mercado consumista, levando ao abandono de dispositivos que são descartados incorretamente, como lixo corrosivo e tóxico na natureza.
Além disso, o consumismo excessivo, ato de comprar produtos, alimentos e serviços em excesso, introduz ao abandono de objetos e embalagens descartáveis, que não passam por processo de seleção de lixo e não são descartados em locais corretos, e por isso acabam sendo despejados na natureza, acabando com amainais, plantas e poluindo rios.
Nessa perspectiva, é cabível compreender que os municípios necessitam de lixeiras seletoras, profissionais coletores de lixo nas ruas e coleta seletiva em caminhões todos os dias, aumentam a proporção da propagação dos resíduos.
Diante disso, entender a atual situação da poluição na natureza é o fator primordial para encontrar as intervenções, que necessitam de lixeiras em locais público, palestras conscientizadoras em escolas e praças, um maior investimento no setor de reciclagem, abrir um sistema de vigilância para cumprir a lei de não jogar lixo em locais errados.