O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 09/06/2020

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas), é direito de todo cidadão, sem qualquer distinção, o acesso a saúde e saneamento básico. Entretanto o cenário visto em regiões mais pobres e nas áreas de turismo e lazer no Brasil impede que isso aconteça na prática, devido, não só, à quantidade de lixo nos oceanos, mas também, à falta de infraestrutura nesse setor. Nesse contexto, evidencia-se a necessidade de serem tomadas atitudes pelas autoridades e pela população para reverter esse problema.

Primordialmente, o excesso de lixo no oceano, que prejudica várias espécies marinhas. O lixo que está no oceano pode vir de fontes marinhas, como de navios e da pesca. No entanto, 80% vêm de fontes terrestres. As cidades litorâneas, como muitas vezes despejam o lixo direto no mar, são grandes responsáveis pelo descarte desse material nos oceanos. Porém, a sujeira jogada nos rios e estuários que correm pelo interior do país, eventualmente, também vai parar no mar.

Ademais, a precaridade do dinheiro e a falta de preocupação no investimentos em coletas de lixo para reciclagem contribui para que esse quantidade de lixo só aumenta. Esse fator ocorre, pois não há  programas de coleta seletiva para todas regiões do país, o que atrapalha no processo de reciclagem.

Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, cabe ao Sistema Nacional do Meio Ambiente, Ministério da Saúde, IBAMA e a população, por meio de buscas e investimentos, deve promover coleta seletiva para as regiões que não possuem, ensinar reciclagem para as gerações futuras e atuais e punir legalmente aqueles que não estão respeitando o meio ambiente. Nesse sentido, o fito de tal ação é buscar um ambiente mais limpo e agradável. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado , pois, conforme Gabriel O Pensador , ‘‘Na mudança do presente a gente molda o futuro.’’