O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 21/08/2020
Segundo o estudo “Solucionar a Poluição Plástica: Transparência e Responsabilização”, feito pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) em 2020, o Brasil é a 4º nação que mais produz lixo no mundo. Tal colocação, quarto lugar, mostra a trágica realidade de uma sociedade desinteressada em cuidar do seu habitat, o descarte incorreto e tão pouco cobrado pelos municípios. Também, a falta de consciência governamental ao dar liberdade de distribuição plástica a todos. Tanto o Governo brasileiro quanto o Ministério do Meio Ambientem devem mudar suas atitudes em relação ao lixo excessivo no país.
Sendo assim, tendo em vista os 209,5 milhões de habitantes no Brasil, segundo censo de (2018), percebe-se a falta de alertas e anúncios sobre o consumo excessivo de plástico pela população. Uma estimativa feita pelo site da UOL em 2017, afirma que cada pessoa produz, em média,1 saco de lixo por dia. Logo, sabendo da ausência de reciclagem e reutilização no país, é inevitável o acumulo em lixões e tragédias como o “mar de lixo” no Caribe.
Dessa forma, apresenta-se o problema da disponibilidade gratuita de plástico em supermercados e outros comércios. Na grande maioria dos mercados brasileiros, sacolas plásticas são distribuídas sem custo algum, da mesma maneira, as empresas utilizam de tal matéria para suas mercadorias embaladas sem considerar inovar com um produto mais ecológico. Contudo, os brasileiros tampouco são alertados sobre as atitudes devastadoras deles próprios ou de terceiros.
Assim sendo, segundo o jornal estadão, o Brasil produz mais de 11,3 milhões de toneladas de lixo plástico por ano, número lamentável a todos. Por conseguinte, o Ministério do Meio Ambiente deve alertar sobre a produção exagerada de lixo e seus impactos ambientais, por meio de anúncios e influências para o uso de produtos renováveis. Com isso, haverá um alerta para a conscientização da população. Também, os Governos Municipais devem impor taxas sobres as sacolas plásticas distribuídas, elevando os custos sobre tais para diminuir a emissão demasiada de tais. Para tanto, as mudanças tomadas irão moderar a produção de resíduos e trará ao país uma sustentabilidade revolucionária.