O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 25/08/2020
Em 1930, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ocorreu o processo de industrialização no Brasil e, consequentemente, se teve um aumento no consumo. Similarmente, na década atual com o advento do capitalismo adepto ainda à globalização a sociedade moderna adquiriu novos costumes, como o consumismo exagerado e o descarte irregular dos lixos domésticos e industriais. Dessa forma, medidas devem ser tomadas para solucionar esse impasse.
Em primeira análise, é válido destacar os impactos gerados pelo consumo no Brasil. De acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos é produzido anualmente cerca de 79 milhões de toneladas de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) no território brasileiro. Através disso, fica evidente que as ações antrópicas podem provocar diversas reações que consigo, trazem problemas para os seres humanos e ecossistemas como enchentes e obstruções de bueiros.
Ademais, o descarte inadequado dos lixos acarreta grandes impactos para os animais marinhos e terrestres. Segundo o físico Isaac Newton, toda ação gera uma reação de mesma intensidade. A partir desse contexto, fica explicitado que os lixos produzidos pelas industrias e domicílios que não são descartados corretamente, ocasionam diversos problemas na sociedade, provocando assim, a morte de diversos animais. Em síntese, faz-se necessário que o Governo, juntamente com o Ministério do Meio Ambiente em conjunto com o Poder Legislativo, elabore leis mais rígidas por meio do diálogo com ambientalistas, com o objetivo de diminuir a degradação do meio ambiente. Além disso, é necessário que as prefeituras municipais promovam campanhas para a orientação dos moradores no que diz respeito a redução e reciclagem do lixo, por meio de projetos socioeducativos que proporcionem a reutilização de objetos, a fim de reduzir os resíduos e promover o desenvolvimento sustentável.