O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 25/08/2020

Foi durante a década 1970, com o avanço do Toyotismo, que a sociedade conheceu o consumismo. Com esse modelo produtivo a fabricação se tornou diversificada e menos duradoura. Nesse sentido, nota-se que  atualmente esse estilo de vida está diretamente ligado à enorme quantidade de lixo que é produzido no Brasil. Essa situação é causada pela intensificação de um consumo exagerado e tem como consequência graves impactos ambientais.

Portanto, é importante mencionar que o consumismo atua como um fator social, já que os indivíduos são coagidos a sempre consumir com frequência, mesmo os produtos desnecessários. Essa visão é intensificado pelas empresas, porque elas produzem mercadorias com um ciclo de ‘’limites programados’’ e, por consequência, induzem falsas necessidades  na população. Com coerência a uma fala do inventor e empresário Steve Jobs: “As pessoas não sabem o que querem até mostrarmos a elas”.

Em segundo lugar, o consumo exagerado produz muito lixo que impacta o meio ambiente. Quando orgânico, o resíduo pode causar uma eutrofização artificial dos corpos d’água e, então, poluir reservas de água potável. Já os detritos inorgânicos não-biodegradáveis se acumulam nas teias tróficas, que pode provocar extinções locais e é capaz de afetar os humanos, por sermos predadores de topo.

Com tais fatos, é correto a  primordialidade de se combater os problemas expostos. Para isso, a sociedade deve se organizar por meio das redes sociais e fazer manifestações para pressionar as corporações a produzirem bens de consumo mais duradouros a fim de desincentivar o consumismo. Além, o Ministério do Meio Ambiente junto dos Governos Municipais necessitam implementar programas de recompensas aos cidadãos que descartarem corretamente seus lixos, para que esse hábito seja estimulado e os impactos ambientais evitados.