O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 28/08/2020
A criação e regulamentação das leis trabalhistas foram responsáveis por melhores condições de trabalho e os salários aumentaram, o que teve como consequência, um aumento no consumo. Entretanto, junto com esse consumismo não foi criado uma cultura de reciclagem, destinando corretamento todo o lixo produzido, contribuindo para a degradação do meio ambiente, o que com o longo prazo se tornou um problema.
Em uma primeira análise, observamos que o meio ambiente, reciclagem e ecologia são tópicos que significam problema para líderes governamentais, pois evidenciam a difícil relação entre a sociedade de consumo e a natureza. Com o culto ao novo, ao tecnológico, produtos que poderiam durar anos passam a ser descartados em tempos curtíssimos e de modo irregular, acelerando a geração de lixo.
Ademais, desde os anos 1970, as sacolinhas servem para carregar as compras do supermercado e embalar o lixo doméstico. O problema, alertam os ambientalistas, surge na hora do descarte do produto. Essas mesmas sacolas plásticas, por descuido ou desleixo, entopem bueiros, causando alagamentos nas cidades. Seu longo ciclo de vida (demoram mais de 100 anos para se degradarem) faz ainda com que abarrotem aterros sanitários, onde correspondem a até 10% do lixo. Carregadas para rios e mares, as sacolinhas poluem o ecossistema e matam por asfixia ou indigestão animais marinhos, como peixes, aves e tartarugas.
Dada a complexidade do problema, é importante que o Ministério da Educação realize palestras, em escolas de ensino fundamental pois é onde se forma o senso critico dos alunos, mostrando a importância de reciclarem o lixo e os danos que eles podem causar ao meio ambiente, além de ensiná-los a usufruir apenas o que precisam, para ser combatida essa sociedade consumista.