O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 28/08/2020
Desde a revolução Industrial, a cultura do consumo tem aumentado significativamente em meio a sociedade brasileira. Nesse sentido, o aumento da produção de lixo, que é uma consequência do grande consumismo da contemporaneidade, afeta o país em muitas questões ambientais. Diante disso, algumas atitudes foram tomadas para reverter a situação das más condições do lixo no país, como a Lei nº 12.305/10, que deu como prazo o dia 2 de agosto de 2014 para a desativação dos lixões existentes no país, afim de recuperar suas áreas ambientais.
No entanto, a Lei imposta em 2014 para a desativação dos lixões não foi eficiente no país e, em 2020, ainda pode-se observar tais locais sendo existentes no Brasil. Nota-se, então, que políticas mais eficazes para se diminuir o consumismo e dar destinos adequados para os resíduos produzidos no país devem ser rapidamente aplicadas, com o fito de resolver tais desafios presentes no cotidiano brasileiro.
Contudo, com o desenvolvimento do consumismo, não existe uma política de destinação adequada do lixo, que costuma ser descartado em aterros sanitários e não destinado à reciclagem, o que é prejudicial ao meio ambiente. Em termos de consequências, o nível do lençol freático que abastece muitas cidades fica contaminado, o que faz com que a população adoeça e leva ao aumento dos gastos com saúde pública. Além disso, alguns resíduos demoram muito para se decompor e, devido à falta de culturas recicláveis, a poluição é ainda mais grave.
Desta forma, fica evidente a necessidade de o Ministério do Meio Ambiente desenvolver ações que busquem dar um destino correto ao lixo produzido no país, aplicando logísticas de reciclagem e exigindo-a das empresas brasileiras. Além disso, ações que busquem implementar a consciência na população sobre o consumismo também é importante e podem ser realizadas por meio de campanhas, palestras ou até por meio das mídias sociais, como televisões, rádios ou internet.