O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 30/08/2020
À medida em que foi “civilizando-se” o homem passou a produzir peças para promover seu conforto e também a desenvolver hábitos como construção de moradias, criação de animais, cultivo de alimentos, e passou a viver em um lugar fixo. Com o aumento da população e com a Revolução Industrial a produção aumentou e com ela começa a problemática do lixo e seu descarte.
Entretanto, a partir da segunda metade do século XX iniciou-se uma reviravolta. A humanidade passou a preocupar-se com o planeta onde vive. Mas não foi por acaso: fatos como o buraco na camada de ozônio e o aquecimento global da Terra despertaram a população mundial sobre o que estava acontecendo com o meio ambiente. Nesse “despertar”, a questão da geração e destinação final do lixo foi percebida mas, infelizmente, até hoje não vem sendo encarada com a urgência necessária.
“Necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais!”, essa citação é do filme “Mogli”, pode-se perceber que a citação trata-se de uma linha de pensamento contrária ao consumo exacerbado. Da mesma forma, passa a ideia de que a natureza é finita e, portanto, deve-se preservá-la! No Brasil, segundo dados do Banco Mundial, mais de 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas de forma irregular, sem tratamento e, em muitos casos, em lixões a céu aberto.
Portanto, é necessário que medidas sejam realizadas. Sendo assim, cabe aos municípios investir na construção de aterros sanitários, e as secretarias de Meio Ambiente fiscalize o processo de coleta seletiva e sua destinação final, caso contrário às leis será necessário multar as empresas responsáveis por recolher. Ademais as ONGs de reciclagem realizar debates e palestras nas empresas, parques e escolas para conscientizar a sociedade a reciclar, metal, plástico e papel, e instrua a sociedade a separar e identificar os resíduos para reutilização.