O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 30/08/2020
A partir da revolução Industrial, a sociedade passou a evoluir celeremente, assim aumentando rapidamente o número de fábricas e empresas, e como consequência a oferta de produtos a preços acessíveis, a população aderiu ao consumismo exagerado, muitas das vezes sendo descartado de forma inadequada pela população e prefeituras, causando imenso prejuízos ao meio ambiente juntamente com o desperdício de matérias-primas.
Ao se examinarem alguns dados, verifica-se que no Brasil, em 2018, foram geradas 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), os números também apontam que comparando com os países da América Latina, o Brasil é o campeão de geração de lixo, representando 40% do total gerado na região (541 mil toneladas/dia, segundo a ONU Meio Ambiente).
Ganha configuração real, assim, um processo que deveria ser levado mais a sério e discutido com maior frequência, já que uma vez os lixões sendo sobrecarregados e o lixo passando a ser descartado de forma inadequada trazendo resultados catastróficos tais como a poluição do solo, gerando infertilidade ou contaminação do lençol freático, agravamento da poluição atmosférica e a proliferação de doenças, tudo isso gerado pela falta de respeito com a natureza e omissão de responsabilidade da sociedade.
Desta forma, o que resta é apenas o Governo solicitando a participação ativa das prefeituras em campanhas de conscientização sobre o futuro do planeta incentivando a população a ter hábitos sustentáveis, outra possibilidade é serem disponibilizados mais pontos de coletas com lixeiras destinadas a separação de lixo reciclável. Também é válido ajudar ONGs que são destinadas a reciclar o lixo de forma criativa e sustentavel, já que estas na maioria das vezes são projetos pequenos e com pouca visibilidade.