O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 31/08/2020
A revolução industrial foi uma importante transição para novos processos de manufatura e, com o seu progesso gradativo, permitiu desenvolvimentos das tecnologias e a expansão da globalização, aumentando o consumo e a abundâcia de uma pequena parcela da população mundial. No Brasil, esses acontecimentos não foram diferentes, levando ao desperdício de recursos naturais e a geração de resíduos que danificam a reposição do planeta Terra e, consequentemente, o equilíbrio dele, colocando em risco a sobrevivência de todo o mundo.
Segundo Aristóteles, o Governo deve, acima de tudo, garantir o bem estar da população. Porém por vezes, nota-se o descaso das autoridades públicas em relação à criação de projetos que facilitem a coleta seletiva do lixo, e a criação de leis que punam quem o descarta de forma inapropriada. Esse desdém é evidenciado rotineiramente mediante os meios de divulgação de informação, os quais mostram que os vários alagamentos são em parte formados por consequência do entupimento dos bueiros por causa do descarte errado do lixo.
Diante de tais fatos, torna-se notório a urgente necessidade de mudanças que amenizem os efeitos da excessiva produção de lixo atual. É interessante, portanto, às prefeituras municipais a promoção de palestras em escolas e espaços livres a fim de promover a reflexão social acerca de seus hábitos e a estimulação a trocas sustentáveis, além de oferecer destinação adequada como aterros sanitários e coleta seletiva para reciclagem. Além disso, ao Ministério do Meio Ambiente, cabe a maior fiscalização de empresas e o incentivo às mesmas a participarem da logística reversa, retirando do ambiente e reutilizando a mesma quantidade de embalagens anteriormente inseridas. E, somente assim, será possível reverter, ou, ao menos, minimizar o adoecimento do corpo biológico causado pelo lixo.