O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 30/08/2020
O cofundador e diretor da fundação Greenpeace, Paul Watson, tinha como essência a crença de que a inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia om o meio ambiente. Com isso, torna-se inevitável a discussão sobre o acumulo de lixo e a sociedade de consumo no Brasil, cujas principais causa encontram-se na falta de ciência acerca do descarte correto do lixo e o avanço da indústria capitalista de bens de consumo. Causas essa que refletem uma realidade preocupante no que diz respeito ao país.
Acerca do supracitado, é necessário acrescentar que com a Segunda Revolução Industrial e a consolidação do processo de globalização no mundo, a indústria de bens de consumo cresceu em níveis exorbitantes. Paralelamente, aumentando a retirada de matérias primas da natureza e o descarte de lixo e resíduos em áreas urbanas. Ou seja, o avanço capitalista desenfreado tem tirado cada vez mais recursos da natureza e degradando-a sem se preocupar com as consequências.
Ainda na perspectiva dessa problemática, vale ressaltar que é garantido pela Constituição Federal vigente o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, ou seja, é dever do governo zelar pelo mesmo. Porém, não cabe somente a ele zelar pelo meio ambiente, é dever de todo cidadão contribuir para a sociedade fazendo sua parte e descartando corretamente seus resíduos. Logo, a coletividade na sociedade se torna um
elemento crucial para a resolução do problema.
Diante do exposto, torna-se evidente que para diminuir o acumulo de lixo na sociedade consumista brasileira é preciso adotar medidas. Para isso, cabe ao poder Executivo em parceria com o Ministério da Educação trabalhar na criação de mecanismos e projetos transmitidos por emissoras de TV, como Globo e Record, que garantam a criação de uma mentalidade coletiva de respeito e zelo pelo meio ambiente ao se tratar do descarte do lixo. Somente assim poder-se-á criar uma sociedade inteligente segundo as crenças de Paul Watson.