O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 01/09/2020

A partir da mecanização dos meios de produção , o estimulo ao consumo se tornou necessário para a manutenção do capitalismo. De maneira análoga a isso, a estética fordista diz que as diferenças impulsionam a crescente inovação. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: O crescimento do numero de mercadorias ultrapassadas e os danos ambientais gerados pelo seu descarte.

Em primeiro plano , podemos destacar que com o avanço das fábricas e o fim da manufatura houve um grande aumento do consumo e do descarte. Desse modo, de acordo com o ibge, São Paulo produz cerca de 19,7 toneladas de lixo por dia , e esse numero tende a aumentar com o crescimento desenfreado do consumo. Dessa forma é visível a necessidade de medidas que venham a educar o brasileiro sobre seu consumismo descontrolado.

Além disso é notório que parte da poluição do mundo é causada por lixo mal destinado á reciclagem. Consoante a isso, Pitágoras dizia que “se educarmos as crianças,não será preciso punir os adultos”. Sendo assim, é incontestável que desde o ensino fundamental, a aprendizagem sobre o consumo e descarte responsavéis são inexistentes em virtude da falta de interesses na preservação e bem-estar das futuras gerações, aonde provávelmente já nascerão em uma sociedade chucra quanto a reciclagem de lixo.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham a amenizar a produção exacerbada de lixo, visando a capacidade de regeneração da natureza. Por conseguinte, cabe ao Ministério do meio ambiente promover outras vias para reciclagem seletiva, por meio de uma parceria público-privada , a fim de que o lixo tenha destino certo. Ademais, o Ministério da educação deve gerir aulas sobre educação financeira e consumista nas escolas, por meio de profissionais especializados, a fim de que os alunos cresçam com noções formadas de sustentabilidade. Somente assim o fluxo de degradação natural do lixo acompanhará o avanço das industrias .