O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 25/09/2020
No decorrer da Revolução Industrial e após, a produção industrial aumentou, consequentemente elevando o número de residentes e a geração exagerada de lixo, além da composição também ter se diversificado. Logo, não há dúvida de que o lixo despejado no ecossistema é um problema. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados imediatamente.
A terra é atormentada por muitos problemas ambientais, muitos dos quais causados por diferentes comportamentos humanos. Esses problemas afetam a vida selvagem, as plantas, o solo, a água e o ar. O resultado dessa comparação se reflete claramente no acúmulo de lixo em locais inadequados. Conforme a organização World Wildlife Fund, o Brasil é o quarto maior produtor mundial de resíduos plásticos, produzindo 11,3 toneladas por ano. Diante disso, fica evidente a falta de infraestrutura para atender a alta demanda. A sociedade não pode aceitar a negligência do Estado.
Deve-se ressaltar também, que o consumismo é o incentivo para esse problema. Segundo o escritor brasileiro Monteiro Lobato, “A natureza criou o tapete sem fim que recobre a terra. Dentro da pelagem deste tapete vivem todos os animais respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem. Assim sendo, o consumo excessivo afetará a quantidade de resíduos gerados no país e a extração dos recursos naturais.
Conclui-se, portanto, que ainda existem obstáculos para garantir a consolidação de políticas para a construção de um mundo melhor. O Ministério do Meio Ambiente deve fiscalizar os locais mais favoráveis ao acúmulo de resíduos por meio de multas mensais. Com essas ações, espera-se reduzir o impacto dos resíduos no meio ambiente.