O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 26/10/2020
Segundo o pensamento de Claude Lévi-Strauss, a interpretação adequada do coletivo ocorre por meio do entendimento das forças que estruturam a sociedade, como os eventos históricos e as relações sociais. Esse panorama auxilia na análise da questão dos desafios para a coleta de lixo no Brasil contemporâneo, visto que a comunidade, historicamente, ignora as minorias poluentes, o que promove a falta de apoio da população e do Estado para com esse problema ecológico eminente, dificultando a sua participação plena no corpo social e no cenário educativo. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro, além de o papel das escolas em influência a reciclagem ambiental.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a baixa coleta de resíduos deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, a taxa de produção de sedimentos não recicláveis acaba se elevando por um todo no pais continental, agravando o problema contemporâneo e intolerável da superlotação de aterros sanitários. Logo, causa uma total efetividade nos aspectos de saúde e na economia Brasileira, sendo que os dois necessitam de uma afetividade. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais é imperativo ressaltar a irregularização de falta de perspectiva ambiental com materiais como promotor do problema. Partindo desse pressuposto, existe uma certa porcentagem que uma parte dos resíduos são altamente perigosos para a saúde humana, tal como elementos radioativos, evitando o fundo reciclável, e sim o consumista, agravando mais ainda a poluição. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a claudicação de lixo contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
A partir desse ponto de vista, é possível afirmar que as principais problemáticas do assunto são as impurezas no Brasil por alta quantidade de lixo e a irregularização de venda de produtos com fins nocivos para a natureza. Portanto, cabe-se aos profissionais da saúde e do meio ambiental, juntamente ao estado, agravarem uma rigorosidade à venda de produtos visando diminuir a poluição, visando uma decadência aos problemas ambientais sendo que deve-se elevar a tecnologia reciclável.