O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 30/10/2020
No Brasil, o processo de industrialização iniciou no século XIX, trazendo fábricas, empresas e o aumento da produtividade para o país. Com a oferta de produtos com preços mais acessíveis, os brasileiros aderiram ao consumismo exagerado, e em muitas das vezes, o descartando os resíduos sólidos de forma inadequada, causando prejuízos ao meio ambiente.
Em contra partida, a Política Nacional de Resíduos sólidos, proíbe uso de lixões como descarte de rejeitos pelos municípios, fazendo com que sejam construídos aterros sanitários nos mesmos. No entanto, as empresas de coleta seletiva não conseguiu cumpre lei. De acordo com dados do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2016, 41% do lixo é desprezado a céu aberto, fazendo, assim, com que os resíduos produzidos em domicílios e empresas contaminem o solo e o lençol freático.
Além do mais, boa parte dos rejeitos servem como matéria-prima para a fabricação de Novos Produtos a fabricação de novos produtos, mais a grande parcela da sociedade descarta esse materiais de forma errado. Aço, ferro, garrafa de refrigerante e papel são produtos que podem ser reaproveitados na produção de outros objetos de consumo, como, por exemplo, fio de eletricidade, tubulações e sacolas de presentes.
Portanto, é necessário que medidas sejam realizadas. Então, cabe aos municípios investir na construção de aterros sanitários, e as secretarias de Meio Ambiente fiscalize o processo de coleta seletiva e sua destinação final, assim coibir o uso de lixões, caso descumpre as leis aplique multas as empresas responsáveis por recolher. Ademais as ONGs de reciclagem realizar debates e palestras nas empresas, parques e escolas para conscientizar a sociedade a reciclar, metal, plástico e papel, e instrua a sociedade a separar e identificar os resíduos para reutilização.