O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 20/11/2020
Desde que a Revolução Industrial causou o fortalecimento do capitalismo e dos modelos de produção em massa, a população mundial sucumbiu a um estilo de vida baseado no aumento do consumismo. Parte da razão é que existe uma relação utópica entre consumo e status social na sociedade contemporânea. Como resultado desse processo, à medida que o consumismo passou a ter precedência sobre o meio ambiente, a geração de resíduos cresceu exponencialmente.
É preciso salientar desde o início que, como apontou o sociólogo Zigmount Bauman, o problema não é o fato do consumo, porque o consumo faz parte da natureza humana, mas uma demanda infinita de consumo contínuo. Esse desejo se deve principalmente ao vínculo entre felicidade e status e consumo. Neste conceito, os indivíduos só são reconhecidos pelo que possuem. Portanto, a busca por reconhecimento social e bem-estar promove a produção em massa e o consumismo.
Como resultado, o meio ambiente sofreu graves danos, principalmente em termos de resíduos gerados pelo estilo de vida consumista. Isso porque, além da grande quantidade de resíduos da fábrica, os consumidores não se preocupam com a destinação correta dos resíduos gerados pelos produtos consumidos, o que dificulta o processo de reciclagem e acaba gerando graves problemas ambientais, como inundações e poluição. lençóis freáticos. Portanto, o consumismo monopoliza os danos ambientais dessa forma.
Diante do exposto, a necessidade de controlar o consumismo para garantir a integridade ambiental é óbvia. Para isso, o Ministério do Meio Ambiente deve trabalhar com a mídia para lançar campanhas na mídia para lidar com as consequências do aumento do consumo. Além disso, a prefeitura também pode realizar palestras sobre a importância da coleta seletiva e da reciclagem, para que os moradores sejam bons na coleta seletiva. Portanto, é possível harmonizar as necessidades humanas com o bem-estar ambiental.