O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 27/04/2021

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6, o direito à saúde e a moradia como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o lixo e a sociedade de consumo no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. O problema é que os brasileiros não estão habituados a reciclar itens para facilitar a ajuda a nos lixões.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o lixo, decorrente do consumo exagerado. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de proteção que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde e a moradia, pois havendo cada vez mais lixo , haverá mais pessoas podendo contrair doenças como a cólera e a leptospirose. Ademais , normalmente os cidadãos brasileiros depositam o lixo em locais inapropriados, ou até mesmo realizam queimadas de lixo seco, o que é um grave problema que vem acompanhando o Brasil. S egundo o Instituto GEA-Ética e Meio Ambiente, algumas cidades do estado de São Paulo coletam diariamente 14 mil toneladas de lixo, porém, esse número seria muito menor se fosse realizada a prática de reaproveitar itens e objetos.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses problemas. Para isso, é imprescindível que o Governo do Brasil e o Ministério da Saúde, por intermédio de palestras online com especialistas da área e campanhas em programas de televisão e em comerciais, mostrem situações de vulnerabilidade vividas por famílias que perdem com o excesso do consumo e o lixo não reciclado em suas casas a fim de amenizar os problemas causados ​​pelo lixo e o consumo exagerado. Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke. mostrem hipóteses de vulnerabilidade vividas por famílias que desencadeiam com o excesso do consumo e o lixo não reciclado em suas casas a fim de amenizar os problemas causados ​​pelo lixo e o consumo exagerado. Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke. mostrem hipóteses de vulnerabilidade vividas por famílias que desencadeiam com o excesso do consumo e o lixo não reciclado em suas casas a fim de amenizar os problemas causados ​​pelo lixo e o consumo exagerado. Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.