O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 27/04/2021
Segundo o Instituto GEA, aproximadamente 14 milhões quilos de lixo são recolhidos diariamente na cidade de São Paulo. Nota-se que, há uma desproporcionalidade na produção de lixo, pois segundo aos dados da CETESB os paulistas produzem aproximadamente 350 kg de resíduos por pessoa. Portanto, se nota a necessidade de conscientização entorno da produção de lixo e seu destinatário.
Mesmo com a PNRS (política nacional dos resíduos sólidos), houve pouca evolução quanto a extinção dos lixões, esses que são um modo de descarte ilegal e que pode ocasionar diversos prejuízos ambientais e tanto a saúde. Entretanto, pela falta de gestação continuam a crescer, junto com a população carente que utiliza desses meios para conseguir renda estando vulneráveis aos dejetos, muitas vezes não possuindo o conhecimento de suas consequências.
Em virtude da falta de debate sobre a produção esporádica de dejetos e seus destinos há principalmente em periferias o acumulo de resíduos. Para uma entrevista da SMN um morador da Vila Santo Eugenio discutiu sobre a tentativa de alertar sobre os riscos dos descartes ilegais, “A gente fala com as pessoas, vira as costas e já se vê alguém descartando um sofá ou televisão velha, já se diminuiu muito, mas infelizmente ainda acontece.”. Diante disso, enxerga-se a falta de amparo educacional que há na população.
Destarte, nota-se a necessidade de que o governo federal em conjunto com o SGA (sistema de gestão ambiental), proponha campanhas em lugares periferiocs sobre educação quanto ao lixo e suas consequências, podendo assim conscientizar para que preservem o lugar onde moram, diminuindo suas consequencias á saúde. Diante disso, os lixões devem ser abolidos pelo munícipio em conjunto com o ministerio do ambiente que deve amparar a população carente que tem como renda esses descartes ilegais, lentamente os tornando terrários de separação para também a empregação dessa parcela da população.