O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 06/07/2021
No livro ‘‘A história das coisas’’, é retratado como a sociedade capitalista produz em excesso e induz ao consumismo e como a obsolescência programada- quando um programador cria um objeto já pensando na data dele parar de funcionar- traz lucro as empresas, todavia, consequências ao meio ambiente. Dessa forma, fica claro que a realidade apresentada no livro pode ser relacionada àquela do século XXI: o fracasso da implementação de uma Política nacional e o consumo exarcebado, resulta da poluição do ecossistema.
Em primeiro lugar, é importante destacar que o Governo não cumpriu com a agenda planejada. De acordo com a Política nacional de resíduos sólidos, todos os lixões deveriam fechar até 2014, o que não ocorreu por falta de engajamento entre Governo federal e as prefeituras que deveriam estar unidos para amenizar o acúmulo de lixo. Além do mais, o atraso na criação dos aterros sanitários e a falta de incentivo de políticas públicas, como a reciclagem nos bairros, leva a crescente contaminação do meio ambiente. Assim, a prioridade deve ser colocar em prática a Política nacional.
Consequentemente, a demora na adoção de medidas para reduzir o impacto do lixo fornece a contaminação contínua do solo, dos rios e das pessoas. No filme de animação ‘‘Dr. Seuss- O Lorax’’, ensina como o meio ambiente é vital para o homem. Porém, o excesso de consumo leva as pessoas esquecerem de protegê-lo. Logo, é essencial tentar reduzir os impactos.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Dessa maneira, urge que o Ministério do Meio Ambiente crie o projeto de lei ‘‘Lixo certo’’, no qual as prefeituras devem criar e organizar a reciclagem nos bairros com a coleta seletiva e a contrução de aterros sanitários, por meio de verbas públicas, a fim de diminuir o impacto do lixo. Somente assim será possível equilibrar a produção com o cuidado correto ao ecossistema.