O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 09/05/2022
Na metade do século 18 iniciaria se um processo revolucionário para a humanidade que ficou conhecido como a “1 revolução industrial”, processo este que incitou a produção e distribuição em massa de produtos têxtis, e posteriormente as próximas revoluções abrangeriam uma diversidade quase que ilimitada de produtos. No entanto, uma grande produção imputa um grande número de consumidores e consequentemente a geração de uma quantidade exorbitante de lixo, que já não tem nenhum valor, assim, naquela época o descarte adequado não era uma das preocupações, porém, no século vigente, vê-se os problemas oriundos desta negligência e a urgência inquestionável de um maior foco nesta questão.
É inegável que as revoluções industriais iniciadas no século 18 perdurando até hoje, potencializaram o sistema capitalista e mudaram completamente as relações da humanidade para com a natureza, com esta agora, sendo passada para 2 plano, tendo o lucro como objetivo primordial. Com isto, é possível perceber um desinteresse notável por parte das empresas em desenvolver embalagens e produtos com materiais mais “amigáveis” para a mãe terra, já que estes materiais, seriam mais caros e não maximizariam o lucro, assim, pode se notar também uma falta de incentivos por parte do governo brasileiro para a utilização destes materiais menos nocivos à natureza, além do desinteresse nos investimentos para a coleta seletiva e maior disseminação de instruções para tornar a população apta a pratica lá.
Com todo este conhecimento, além da reciclagem adequada do lixo, também se mostra necessário um maior ímpeto do governo para a construção de aterros sanitário, a fim de que todo esse lixo reciclado seja devidamente armazenado. Desta forma, possibilitando um afastamento crescente da humanidade da distopia criada pelo longa metragem “Wall-E” em que o mundo é abandonado pois o mesmo foi tomado por lixo, possibilitando que apenas um robô coletor chamado Wall-E e uma única planta permanecessem na terra, mostrando a insustentabilidade da mesma para abrigar vidas.