O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 19/05/2023
Com o aumento da população em centro urbanos brasileiros e o alto poder de consumismo provocado pela industrialização a partir do século XX, gerou-se enor-me impacto ambiental. Diante disso, os descartes incorretos e a cultura social ina-propriada, são uma das maiores preocupações levantadas para minimizar os pro-blemas causados ao meio ambiente.
Em primeiro lugar, os lixos urbanos compõem-se de dejetos em seu estado sóli-do, gasoso e líquido. O descarte ou tratamento em desacordo podem prejudicar di-retamente a fauna e a flora do país. De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM) em 2010, fora sansionada a lei de separação dos resíduos sólidos e, o descumprimento da ordem, haverá multas e penalizações. Com isso, além dos sólidos, os demais estados devem ser tratados com peso igualmente à lei, visto que todos os materiais geram-se impactos à natureza.
Ademais, referente a extrapolação de consumo conforme informada pela Asso-ciação Brasileira de Supermercados (Abras), gerou alta de 4% em comparação dos anos de 2021 e 2022, sendo apenas 33% deles recicláveis. O Brasil recicla 4% de to-dos os materias produzidos, uma relação muito baixa comparada com outros paí-ses conforme elencado pela Abrelpe em 2022. Todavia, a necessidade de desenvol-ver métodos eficazes para redução, liga-se diretamente com o consumo consciente dos produtos adquiridos.
Em síntese, a agilidade da utilização desses meios com a geração de dejetos de-ve acompanhar o ritmo da reciclagem, assim, auxilia na retomada da biodiversida-de em sua origem. Dessa forma, cabe ao Ministério do Meio Ambiente desenvolver ações nos comércios sobre a compra adequada dos produtos e o seu correto des-carte, assim, ameniza-se o consumo e induz a sociedade, a fim de demonstrar os problemas gerados no meio ambiente em casos de negligência humana quanto à emissão de lixos.