O lixo e a sociedade de consumo no Brasil

Enviada em 01/11/2023

A obra cinematográfica “Wall-i” ilustra um robô compactador de lixo que foi deixado na Terra para limpar o planeta após a poluição ter forçado os humanos a abandoná-lo. De maneira análoga a isso, a atualidade não se difere, visto que há imbróglios relacionados ao lixo e a sociedade de consumo no Brasil. Logo, são necessárias medidas para solucionar o impasse, que é motivado pela negligência governamental e descarte inadequado do lixo.

A princípio, vale mencionar a negligência governamental como impulsionadora do problema. Dessa maneira, de acordo com o artigo 225 da Constituição Federal, todo cidadão tem direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Analogamente, na realidade esse direito não se concretiza de forma efetiva, visto que não há um meio ambiente equilibrado no Brasil, isso ocorre porque o Governo não cumpre sua função de conscientizar a população sobre o alto consumo de objetos que demoram para se decompor e acabam gerando lixo em excesso.

Ademais, o descarte inadequado do lixo também corrobora o impasse. Nesse sentido, de acordo com o G1 cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos,por ano, são descartados de forma incorreta, o que prejudica em excesso o meio ambiente. Desse modo, fica evidente que o descarte inadequado de resíduos é extremamente prejudicial ao meio ambiente, enquanto houver esse descarte errado os imbróglios relacionados ao lixo irão permanecer.

Portanto, cabe ao Ministério do Meio Ambiente -órgão que atua na preservação ambiental do Brasil- promover palestras em escolas e ambientes públicos, por meio de investimentos estatais, que serão feitas por profissionais da área ambiental , para conscientizar a população acerca do descarte correto do lixo e também alertar sobre o excesso de consumo de materiais que são difíceis de se decompor e formas de evita-lo. Com a finalidade de mitigar os desafios relacionados ao lixo e a sociedade do consumo no país. Assim, situações como a do filme “Wall-i” não irão se tornar realidade.