O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 11/11/2021

Apesar das várias conferências mundiais com enfonque na  preservação ambiental, o Brasil é o quinto maior produtor de lixo eletrônico do mundo, de acordo com uma pesquisa realizada pela ‘‘Green Eletron’’. Isso se deve à prática do consumismo exacerbado de celulares, baterias, pilhas, notebooks, etc. Com efeito, é premente que o tema seja examinado, sob pena de gerar graves risco à natureza e à saúde humana.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que, hordienamente, as pessoas têm comportamentos demasiadamente consumistas, assim como apontado pelo filósofo Zygmunt Bauman, o qual descreve o mundo capitalista atual como líquido, pois tudo nesse é fluido, passageiro, inclusive as práticas de compra e descartes de itens elêtronicos. Por exemplo, pessoas que trocam de celular todo o ano, apenas para acompanharem o celular que possui maior prestígio social no momento. Assim, tal costume contribui para o grande acumulo de de materiais eletrônicos nos lixões brasileiros.

Por consequinte, tanto o meio ambiente quanto a saúde da população podem ser prejudicadas, uma vez que o descarte inadequado desses itens em pode contaminar a água e a vida aquática de rios, gerando riscos para o ecossistema e para a saúde daqueles que utilizam desse meio natural para beberem água ou se alimentarem. Dessa forma, a violação a preceito constitucional relativo  à saúde e ao meio ambiente brasileiros, o que não pode ser admitido.

Portanto, diante do exposto, urge que a problemática do execesso de lixo eletrônico seja sanada. Para tal, o Governo Federal deve conscientizar a população acerca dos perigos do descarte inapropiado de itens eletrônicos, por meio de campanhas veiculadas na televisão e internet, que deverão exibir os perigos dessa prática e o passo a passo para o descarte de maneira correta. Desse modo, o Brasil não ocupará uma colocação tão alta no ranking de países que possuem maior volume de lixo eletrônico.