O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 10/11/2021

Na década de 80 na cidade de Goiânia, pela ausência do descarte adequado de lixo com produto tóxico, aconteceu o maior acidente radioativo da história do Brasil. Hodiernamente, apesar dos avanços ocorridos ainda é possível observar o mau descarte do lixo, sobretudo eletrônico como baterias, celulares e fones. Nesse sentido, o meio ambiente é largamente afetado com a contaminação das águas e risco à saúde humana.

Em primeira análise, é fundamental destacar as consequências do despojamento dos rejeitos eletrônicos na vida aquática. Nesse viés, segundo estudo  da ecologia, composto orgânicos - presentes em pilhas e baterias -  tem a capacidade de em contato com à água impedirem a entrada de luz solar afetado o nível de oxigênio presente e consequentemente os seres aeróbicos. Dessa forma, quando descartado de forma inadequada ocasiona a extinção do seres viventes em lagos, rios e mares.

Além disso, os riscos se estendem ao ser humano. Sob essa pespectiva, o indivíduo pode sofrer sérios danos a saúde, advindos da ingestão de alimentos contaminados por lixo eletrônico no qual está cheio de metais pesados. Prova disso, é que segundo a teoria da biomagnificação trófica, o ser humano por está no topo da pirâmede alimentar acumula diversos compostos, muitas vezes tóxicos, que são passados ao longo da cadeia, inclusive aqueles oriundos do rejeito eletrônico que já afetou outros seres. Dessa maneira, ao ingerir alimentos que já estão contaminados, o homem pode desenvolver intoxicação, tumores e até câncer, evidenciando os risco a saúde individual.

Portanto, fica evidente os perigos do mau descarte do lixo eletrônico tanto para a vida aquática, como também para o homem. Assim, é necessário políticas de mudanças. Para isso, o Ministério do Meio Ambiente deverá, a fim de preservar a vida nas águas, ampliar os locais decoleta desses materias através de incetivo fiscal ao coletor, evitando que tal material chegue a um leito aquático e protegendo a biodiversidade. Por fim, o Ministério da Saúde, deve promover campanhas nas UBS para buscar conscientizar o cidadão dos perigos do mau descarte desse lixo, tendo como objetivo evitar a poluição de outros habitats, bem como o risco de contamminação alimentar, propocionando assim uma boa saúde.