O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 12/11/2021
Promulgada pela ONU, em 1972, a Declaração de Estolcomo garante a todos os indivíduos a solene obrigação de proteger o meio ambiente para as gerações presentes e futuras. Entretanto, na prática, tal dever é deturpado, visto que o lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente encontram-se efetivados na sociedade. Desse modo, a negligência governamental, em consonância com o consumismo, são os principais pilares para esses conflitos.
Nesse sentido, vale salientar a inoperância estatal como impulsionadora do impasse. Destarte, de acordo com o IBGE, 80% das cidades não possuem coleta itinerante de lixo eletrônico. Sob esse viés, denota-se que as pessoas não conseguem cumprir seu dever de cuidar da flora, pois, sem locais adequados para descantar os entulhos tecnológicos, os cidadãos acabam por fazer o descarte inadequado na natureza. Assim, os lixos eletrônicos acaba por acumular-se nos lixões e nas cidades.
Ademais, vale ressaltar o consumo exagerado como perpetuador da problemática. Por essa perspectiva, segundo o economista Adam Smith, em sua análise do comportamento humano, os indivíduos nunca estão satisfeitos com seus bens materiais. Sob essa ótica, as pessoas buscam comprar cada vez mais e acabam por acumular entulhos eletrônicos. Dessa forma, esses materias se acumula e danifica o meio ambiente, já que materias como metais demora para degradar-se na natureza.
Portanto, com intuito de mitigar o lixo eletônico e seus impactos, urge que o Estado, como promotor e garantidor do bem-estar social, disponibilize subsídios para que o Ministério do Meio Ambiente reverta essa verba em contratação de profissionais que, por meio de workshops, nas escolas, coletariam os entulhos tecnológico e alertariam a população sobre os impactos negativos que o consumismo ocasiona no natureza. Somente assim, a Declaração de Estocolmo entrará em completo vigor.