O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 19/11/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende que todo ser humano tem direito ao bem estar social, e saudável. No entanto, observa-se justamente o contrário no que diz respeito ao lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente. Nesse contexto, torna-se evidente como causas, a falta de investimentos, bem como a negligência governamental.

Primeiramente, é preciso atentar para a falta de investimentos presente na questão. Sabe-se que a base de uma sociedade capitalista é o capital, como explicam filósofos como Karl Marx. Nesse sentido, para serem resolvidos problemas dentro do contexto capitalista, faz se necessário investimento monetário. No entanto, há uma lacuna de investimento na questão do descarte de lixo eletrônico, que tem sido negligenciada, o que torna sua solução ainda mais difícil de ser alcançada.

Ademais, vale ressaltar também a negligência governamental como empecilho para a resolução do problema. Para Thommas Hobbes, filósofo, o estado é o responsável pelo bem estar da população. Sob essa ótica, é possível perceber que a questão do lixo eletrônico e seus impasses ambientais está fortemente fundamentada nas decisões governamentais, uma vez que se o estado maior não busca maneiras permanentes para a resoluçã do problema, a ação do tempo em decorrência dessas atitudes, pode agravar ainda mais a situação, o que torna a resolução do problema ainda mais complexa.

Destarte, medidas são necessárias para mitigar os problemas. Isto posto, cabe ao Ministério Público em parceria com o Ministério Orçamentário - órgão responsável pelo investimento em programas estatais - realizar aplicações monetárias, isso pode se concretizar por meio de parlamentares para monitorar investimentos em área remediadoras de possíves agravamentos e dissociações da poluição e do descarte desses resíduos. A partir de ações como essa será possível erradicar os empasses relacionados à poluição em decorrência do lixo eletrônico.