O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 16/11/2021
A obra cinematográfica, da plataforma Netflix, “Oceanos de plástico” explora algumas áreas poluídas, de modo que evidencia a alteração do ecossistema que se encontra devastado. Fora das telas, no contexto atual brasileiro, o meio ambiente tem sofrido com os impactos do descarte indevido de lixo eletrônico. Nesse sentido, pode-se afirmar que a negligência governamental e escassa abordagem do problema agravam situação.
É relevante ressaltar que a lei de Política Nacional de Resíduos Sólidos assegura que as empresas e comercializantes devem colocar em prática a logística reversa, que consiste em promover o descarte adequado do lixo eletrônico, por meio da implantação da coleta em estabelecimentos. Todavia assim como é retratado na obra o " O cidadão de papel", de Gilberto Dimenstein, nem todas as normas contidas nos documentos nacionais são cumpridas, dessa forma, é lícito afirmar que a omissão estatal é determinadora para sequelas da abandono inadequado do lixo que causam contaminação dos rios e degradação do solo, por conterem metais pesados.
Por conseguinte, é válido abordar que é insuficiente exposição desta problemática contribui para que seja impossibilitada a prática de uma resolução. Na obra “Chatô- rei do Brasil”, de Fernando Morais, é exibida a importância da mídia para a construção social, nessa perspectiva, geralmente, a mídia negligencia o debate acerca dos resíduos sólidos e seus impactos na biossistema e no âmbito da saúde- que de acordo com a OMS ( Organização mundial da saúde), podem causar Tétano, Hepatite ou até mesmo, cancêr- de modo a permitir com que esse prejudicamento não seja denunciado. Dessa maneira, a pouca abordagem midiática com relação a desapropriação é decisiva para o agravamento do cenário.
Portanto, fica claro que o descarte inapropriado dos resíduos sólidos no país precisa ser resolvido. Cabe à iniciativa governamental, através do Poder Executivo, assegurar que a Política Nacional de Resíduos Sólidos seja cumprida pelas empresas responsáveis, por meio da ampliação de fiscalização das leis, a fim de promover um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Além do mais, a mídia deve elaborar reportagens de denúncias a quais exibem os efeitos da ação imprudente e como pode ser evitado- através de, por exemplo, ações comunitárias e oficinas- de forma que concientize a população. Desse modo, um ecossistema devastado será apenas presenciado em filmes.