O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 18/11/2021
Com a revolução Técnico-Científica Informacional houve a maior disseminação de aparelhos diversos, e, dessa forma, um aumento significativo do lixo eletrônico que atinge a obsolescência, que uma vez manuseado incorretamente acarreta em diversas injúrias ao ser humano. Ademais, o filme “Wall-E” acompanha um robô encarregado de limpar a terra coberta de despejos, e serve como alusão à uma realidade próxima se não houver a conscientização e debate acerca do descarte e armazenamento, gerando leis e decretos no Brasil desde 2010.
A chamada obsolescência programada remete à empresas tecnológicas que fabricam novos produtos de forma massiva e com vida útil curta, apresentando problemas futuros programados, como exemplo da bateria “viciada”, resultando em um maior consumo e descarte deles, que deve ser realizado pelo consumidor ou pelo fabricante corretamente e não em aterros, podendo afetar as pessoas sobretudo com doenças neurológicas, intoxicações e câncer.
Outrossim, a animação vencedora do Oscar se passa em um futuro habitado apenas por um robô, que é responsável por limpar as toneladas de lixo acumuladas pelos seres humanos. Ela faz uma reflexão acerca dos descartes incorretos, principalmente de eletrônicos, criando uma atmosfera inviável à vida devido ao seu longo período de decomposição e aos metais pesados liberados, contaminando solos e lençóis freáticos. Em 2010, o Decreto N° 10.240 previu pontos municipais de coleta e divulgação a fim de recolher o máximo de itens de risco.
Portanto, faz-se necessária a intervenção do Ministério do Meio Ambiente na fiscalização e aplicação de decretos e leis já vigentes, realizando coletas seletivas e palestras em escolas acerca da destinação correta dos eletrônicos, bem como a maior publicidade dos atos em redes sociais, difundindo e atingindo mais cidadãos. Dessa forma, a população será instruída, e com a sua colaboração será preservada a saúde dos seres e a natureza.